K

19.11.09

A Sete Palmos



 Preguiça de explicar, mas estou com medo que "Six Feet Under" vá feito foguete para o hall de "séries que eu amo". Talvez já esteja junto com "Carnivàle", "True Blood" e "Buffy". Sei que minha pequena lista é bem simples. Mas é honesta.
Prefiro mostrar algumas cenas que vão ilustrar perfeitamente o que quero dizer.

Melhor cena de paranóia ever. Fiquei chapado assistindo.


Caem profundamente. Num dos mais belos diálogos para a TV.  A partir de 2´ 40´´. Tem de ser muito burro, mas ainda mais burro é não cair.

Outras cenas que queria achar para postar são:

* Esclarecimento
-O quê você curte? Ser ativo ou passivo?
-Versátil.
-Ah, passivo.

Alguns minutos mais tarde.

-Então você era versátil mesmo...

* Devaneios maduros 
Quando Ruth está com um, quer o outro. Quando o outro aparece, ela que o um. Ruth sapeca.

E tudo isso acontece só num episódio, chamado "Crossroads". Nada melhor que Allan Ball para me curar da falta que Allan Ball me faz.

18.11.09

Não existe perfume melhor...

Do que o cheiro do seu amor na pele.

17.11.09

Cat in a box


22.7.09

Tabuleiro

Você sabe que um truque é old news quando você o percebe acontecendo pela segunda vez.
Ou, por acaso, você não sabe que no jogo de Damas, quando uma peça atinge o extremo, ela muda? ;)

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21.7.09

Bad things

Um filme adolescente da modinha possui uma frase bastante interessante. Em certo ponto a garota diz "Existem dois tipos de pessoas más. Aquelas que fazem coisas ruins e aquelas que as enxergam acontecendo e não fazem nada para impedir".
Em qual time você se encaixa?

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18.7.09

Tempos difíceis estão chegando

“Harry Potter e o Enigma do Príncipe” é de longe o mais decepcionante filme da série. Talvez por ser tratado apenas como uma ante sala que prepara o grand finale.

Esta sexta parte baseada nos livros de J.K. Rowling mantém os belos aspectos técnicos que já fizeram história no cinema. Os efeitos especiais e direção de arte sempre surpreendem e a antologia é relevante principalmente pela reunião da nata do cinema inglês em peso. Mas o que pega aqui é a direção (ou falta de direção) cansada e sem nenhuma inspiração de David Yates.

Os produtores deveriam ter seguido com a fórmula de um novo diretor a cada filme e Yates nem deveria ter continuado a bordo depois de "Harry Potter e a Ordem da Fênix". A impressão que se passa é de que ele simplesmente deixou o livro se contar sem nenhum aprofundamento ou apego ao material. É uma obra apática e bipolar – oscilando grosseiramente entre os momentos emotivos, assustadores e divertidos.

O último diálogo dos três personagens principais é a prova mais contundente disso. Após o que seria o auge dramático da fita – também tristemente e imperdoavelmente desperdiçado – a pergunta “tá, só isso?” fica estampada na cara da platéia quando os créditos começam a aparecer.

Yates parece apenas se divertir quando se trata de fazer metáforas mágicas ao uso de drogas (Harry Potthead nunca foi uma piada tão cabível), ereções juvenis e picardias estudantis. Assusta saber que o cara será também o responsável pela conclusão cinematográfica de Harry Potter (a ser lançada em duas partes em 2010 e 2011).

“Tempos difíceis estão chegando”, uma frase familiar aos fãs de Potter, é uma previsão que tem tudo para se tornar realidade.

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16.7.09

Como matar seu Basset Hound?

2005 - É só continuar enchendo o pratinho de comida. Essa tática também funciona para deixá-los imóveis caso precise de um peso de porta. Na foto, Margaux (ou Margot) que de tão gordinha após um churrasco, não conseguia mais ficar em pé.

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